Nem sempre o bom aluno é o que senta na frente

Nem sempre o bom aluno é o que senta na frente

A palavra é produtividade. Como medir a jornada da experiência do cliente externo e interno? Afinal somos todos clientes.

Quer perder talentos e boas parcerias? Não veja o seu potencial e suas oportunidades, não valorize o que há de melhor em cada um e em cada particularidade de seu negócio. E como medir a produtividade? Mirar só no que nos salta aos olhos pode ser arriscado, devemos tentar enxergar além do que vemos, pois são nos detalhes que encontramos as verdadeiras oportunidades de sair da zona de conforto e surpreender.

A saída é investir em tecnologia e inteligência artificial! Ledo engano, as empresas precisam olhar para este ponto essencial nos atuais tempos, sim. Cada vez mais usaremos a tecnologia a nosso favor para agilizar e melhorar diversos processos, relacionamentos e negócios, mas quem comandará será sempre a criatividade humana. Se ainda não começou, faça já, o futuro é agora.

Precisamos estar revisitando todos os nossos processos dia a dia para evitar o risco de não fazermos as entregas da forma como hoje o cliente espera: simples, ágil, transparente e personalizado para ele. A experiência em foco! Mas como equilibrar esta transição para o digital sem prejudicar o nosso negócio e nossos pares, e o desafio maior é que temos que consertar o carro enquanto está andando.  Por que não usar a tecnologia para medir a produtividade de nossos funcionários de forma eficaz e não somente como fazemos para nossos clientes? Temos que olhar cada vez mais para a jornada do cliente sim, resultados, processos, mas a produtividade sempre estará ligada ao capital humano.

As relações trabalhistas têm se modificado, as novas gerações são inquietas, não admitem hoje serem vetados ou cerceados de suas criatividades e liberdades. Por outro lado, precisamos de gás novo, de boas ideias e dinamismo para colocá-las em práticas sem “perder o trem”, pois as coisas estão mudando em uma velocidade nunca dantes vista.

Enfim, se quisermos sucesso, precisamos ter pessoas realmente envolvidas em produzir e fazer a diferença. E aprendi que na vida não fazemos nada sozinhos e que nem sempre o bom aluno é o que senta na frente.

Jefferson Frauches Viana – CEO & Founder da Way Back e Shareholder da TCM Group

Este post tem um comentário

  1. O seu artigo diz tudo, a tecnologia não substituirá a capacidade criativa do humano, mas esta aí para melhorar nossas vidas e sairá na frente as empresas que investirem forte no humano. Sensacional Jefferson. Parabéns! Me orgulho de fazer parte deste time.

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